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Think Tank for Global Sociology

Actualización

Por los Derechos Humanos y En Defensa De Las Instituciones Democráticas
Pronunciamiento de Sociólogos sem Fronteiras- SSF / RIO
Día Internacional de los Derechos Humanos
Sábado 10 de diciembre 2016

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Epígrafe

Sociologia e Solidariedade na Cúpula dos Povos

“LA SOLIDARIDAD GLOBAL NO SE PUEDE CONSEGUIR SIN UN SISTEMA DE GOBIERNO GLOBAL, QUE AÚN NO EXISTE. LA ONU ES MUY DEBIL Y LA PRUEBA ES QUE NI OBAMA NI MERKEL VAN A IR A RIO.
SOLO INSISTIENDO DESDE ABAJO, CON LA LUCHA CÍVICA SE PUEDE PRESIONAR A LOS GOBIERNOS Y PARA ESO SSF Y OTRAS ORGANIZACIONES COMO INDIGNADOS ESTAN LUCHANDO.
LA LUCHA SERÁ LARGA PERO TERMINARÁ TENIENDO SU EFECTO“.
Mensagem enviada por Alberto Moncada, presidente de Sociólogos sin Fronteras Internacional – Sociologists without Borders International – SSFI, para sociologosemfronteirasrio@gmx.com.br, em June 21, 2012, por ocasião da participação de SSF/RIO na Cúpula dos Povos por Justiça social e ambiental na Rio +20.

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Quem somos

Vídeo no You Tube com informação sobre Sociólogos sem Fronteiras

Sociólogos sin fronteras en Rio de Janeiro SSF/RIO se presenta al público con el  propósito de propiciar actividades pedagógicas y de compromiso con los derechos humanos y sociales.

Ejercemos la vocación para relacionar sociología y solidaridad y obramos por una sociología sin fronteras cosmopolita, crítica, pública, que tenga compromiso com la defensa de los derechos humanos y los bienes comunes, en estos tiempos de globalización.

Nuestra actuación en el plano de la ciudad de Rio de Janeiro debe fortalecer nuestra presencia junto de Sociólogos sin Fronteras Internacional / Sociologists without Borders International – SSFI, en cuya red SSF/RIO está integrada en vista de participar de las campañas por una sociología pública y un discurso sociológico global, en conformidad con nuestros amigos de Think Tank for Global Sociology, en Estados Unidos, cuyos posicionamientos suscribimos.

SSF/RIO puede integrar acciones comunes con otras entidades y organizaciones  con el  propósito de propiciar actividades pedagógicas y de compromiso con los derechos humanos y sociales. Es abierta a la colaboración de personas y entidades que tengan el mismo propósito  de los sociólogos que la dirigen, y pueden participar en SSF/RIO otros profesionales de ciencias humanas y sociales, incluso los periodistas.

Mais informação em About.

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06 de Junho 2012

Mensagem

Sociólogos sem Fronteiras abraça o princípio de que

todos os seres humanos têm direitos inalienáveis

à sua dignidade, seu bem-estar e seu arbítrio.

Sostenemos que, juntamente con el derecho de recusa a la imposición de nuevas  tecnologias, la tercera generación de los derechos humanos son la versión última, más completa en la larga historia de las reivindicaciones ciudadanas, especialmente porque tienen que ver no solamente con que se respeten tu propiedad o tus derechos civiles sino con que la sociedad acepte y proteja derechos básicos escasamente reconocidos hoy, en un mundo donde el hambre, la pobreza, la desigualdad y la opresión siguen estando tan presentes.

Abrazar la causa de los derechos humanos significa, simplemente, ayudar a los que  los necesitan bien porque no los disfrutan o porque los tienen gravemente cercenados. Y los sociólogos estamos especialmente dotados para ello, al ser la profesión que tiene grande información sobre las causalidades sociales y una metodología de análisis ya muy depurada. El paso siguiente, comprometerse en esa causa, resulta casi inevitable sin necesidad de ampararse en definiciones políticas previas.

 

El problema con la protección de los derechos humanos es su dificultad legal y económica. Hay más de trescientos documentos internacionales y nacionales sobre protección de derechos humanos. Pero muchos no se cumplen, bien por inacción de los Estados, por ausencia de autoridad internacional ejecutiva y, en la mayoría de los casos, por falta de dinero.

Por señalar un solo ejemplo, los niños. Aunque existe una Agencia Internacional, UNICEF, para su atención, más de 25.000 niños menores de cinco años mueren al día por desnutrición, falta de agua potable, malaria, la mayoría en países pobres. Los estudios sociológicos ponen de relieve la relación de esta tragedia con problemas estructurales de la comunidad internacional y se hace necesario seguir llamando la atención al respecto desde una posición profesional comprometida.

En Sociólogos sin fronteras proponemos que los derechos humanos sean la base de la deontología del sociólogo, de nuestro compromiso moral. En este sentido decíamos que si un sociólogo americano recibe el encargo de analizar si la pena de muerte sirve para combatir el crimen, después de concluir que no, como es obvio, tiene que añadir que, además, es una violación de los derechos humanos. Claro que si el encargo se lo hacen en Texas o en Nevada, o en China  puede que no le contraten más. En cierto momento de la vida hay que elegir entre dar coba a los poderosos o amargarles la fiesta y si hacemos nuestra la deontología propuesta, nos deberíamos inclinar por la segunda opción.

Texto modificado em acordo com o aprovado na reunião de SSF/RIO do dia 17 de Junho 2012. Atualizado em 24 de Setembro 2012.

Jacob (J.) Lumier

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Fórum de Sociologia (em construção)

Sociólogos sem Fronterias SSF/RIO faz sociologia pública, defende a realidade da sociedade e do indivíduo, e desenvolve uma resposta sociológica para desmontar a representação neoliberal de que a sociedade não passa de uma coleção de indivíduos arrastados pelas expectativas de ganhar mais.

Depois que Margaret Thatcher questionou o modelo de Bem-Estar, no contexto da queda do muro de Berlim, inaugurando os anos noventa, e sustentou que se deve proteger o sistema financeiro e não os direitos sociais difundiu-se muito a retórica neoliberal de que a sociedade não existe, mas só há mercado.

Essa retórica não somente valoriza o antigo atomismo social como concepção que reduz a sociedade a uma coleção de indivíduos sem contexto histórico, mas pendura essa orientação às expectativas de mercado.

Em face das concepções atomistas em certas disciplinas psicológicas surge a proposta de fazer sociologia pública  através dos debates neste Forum constituído por Sociólogos sem Fronteiras Rio de Janeiro SSF/RIO.

Os  tópicos inicias deste Fórum  são os seguintes:

Tópico 01: Sociedade Civil e Sociologia Pública

Comentário:
►O espírito sociológico não pode ser facilmente extinto.
O progresso dialético governa nossas carreiras individuais assim como nossa disciplina coletiva. A paixão original pela justiça social, igualdade econômica, direitos humanos, meio ambiente sustentável, liberdade política, ou simplesmente um mundo melhor, que atraiu tantos de nós à sociologia, está limitada pela busca de credenciais acadêmicas. O progresso tornou-se a bateria das técnicas disciplinatórias – cursos padronizados, listas de leituras oficiais, hierarquias burocráticas, exames intensivos, resenhas da literatura, dissertações sobre encomenda, julgamento de publicações, o todo poderoso CV, a procura por trabalho, a permissão de acesso a arquivos, e o policiamento aos colegas e sucessores para certificar que todos marchamos em bloco. Ainda, apesar das pressões normatizadoras das carreiras, o ímpeto moral originário é raramente banido, o espírito sociológico não pode ser facil-mente extinto.

►A promessa e o desafio da sociologia pública é o complemento e não a negação da sociologia profissional.

As constrições, no entanto, à disciplina – tanto no sentido individual como coletivo da palavra – gerou seus frutos. Como bem assinalou o amigo Presidente de ISA, Michael Bu-rawoy, nós passamos um século construindo o conhecimento profissional, traduzindo o senso comum para a ciência, para que agora, nós estejamos mais do que preparados para embarcar numa sistemática retro-tradução, levando o conhecimento de volta àqueles que foram a sua fonte, construindo questões públicas a partir de problemas privados, e assim regenerando a fibra moral da sociologia. Nisso consiste a promessa e o desafio da sociolo-gia pública, o complemento e não a negação da sociologia profissional.
Se o ponto de vista da economia é o mercado e sua expansão, e o ponto de vista da ciência
política é o Estado e a garantia da estabilidade política, então o ponto de vista da sociologia é a sociedade civil e a defesa do social. Em tempos de tirania do mercado e despotismo estatal, a sociologia – em particular sua face pública – defende os interesses da humanidade.

►Quando a sociedade civil floresce – Perestroika ou fins do Apartheid na África do Sul –o mesmo acontece à sociologia.
(Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).

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Tópico 02: Vantagem Diferencial e Desigualdades Sociais

Comentário: O combate à desigualdade implica uma reorientação dos estudos sociológicos que devem ultrapassar o ponto de vista da vantagem diferencial.
Em face da aplicação da vantagem diferencial nos estudos sobre as desigualdades sociais, o efeito de dessubjetivação decorrente da civilização técnica e já descrito por T. W. Adorno deve ser incluído em nossas análises como fator de explicação da recorrência do controle capitalista sobre as aspirações humanas ao bem-estar (controle chamado “mercadorização”).
Embora a especificidade das desigualdades seja de ordem econômica, onde são recorrentes e, em sua dinâmica como traço característico da estrutura de classes, concorrem para o desenvolvimento capitalista, trata-se de um fenômeno de controle social que implica a psicologia coletiva.
A simples descrição da procura e distribuição da vantagem diferencial nos estudos sobre desigualdades sociais, além de injusta para com indivíduos e grupos por reduzí-los a qualidades reificadas como capital cultural, capital humano, capital social, reforça o estatus quo e a estandardização e deve ser questionada como fator de reificação dos papéis e posições sociais.
(Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).

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Tópico 03:  Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social

Comentário: Responsabilidade… uma ideia universal
A ideia de responsabilidade pode ser encontrada em todas as culturas. Ela é o cerne da estrutura social, a base da reciprocidade nas relações humanas e o corolário dos direitos humanos. E, assim como a interdependência tornou-se global, as responsabilidades tornaram-se universais.
Ao pensar em Bangladesh e outros países costeiros ou insulares, notamos que o aumento do nível do mar causado pelos gases de efeito estufa e pela mudança climática está colocando a existência destes países em risco. Esta é uma consequência de seus próprios atos ou é o resultado de uma negligência mais ampla? Para quem devemos nos dirigir quando o assunto é desenvolver um plano coordenado que possa minimizar este provável e silencioso crime contra a humanidade?
Identificar responsabilidades é necessário para construir caminhos que tragam soluções para estes desastres.
Em todos os lugares, notamos que está surgindo um chamado para a adoção destas responsabilida-des, sendo tipicamente ilustrado pelo movimento mundial a favor da responsabilidade social das empre-sas. Tal chamado precisa ser apoiado por uma resposta no âmbito da política internacional, caso contrário, ele servirá apenas como mero exercício de retórica.
Chegou a época em que é preciso aceitar o fato de que interdependência global tem de ser traduzida em diretivas internacionais. Esta é a razão pela qual é necessário o apoio da Assembléia Geral da ONU com relação à adoção de um terceiro pilar para construir a comunidade global. A Rio+20 nos oferece uma oportunidade única para iniciar esse processo.
(Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).

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Tópico 04: Pela criação de uma organização mundial para o meio ambiente no âmbito da ONU, com a participação da Cúpula dos Povos nas decisões.

Comentário: Depois de 20 anos da ECO-92, nos reencontramos para discutir o futuro do planeta. Não em cima de termos genéricos, como o documento-base das Nações Unidas, que não faz alusão a desigualdades sociais e trata de forma superficial a crise ambiental que o mundo atravessa. Devemos partir de questões sobre o tipo de governança que queremos para o desenvolvimento sustentável; como essa governança se materializaria na forma de um organismo no âmbito das Nações Unidas, como temos para o comércio, para a saúde, para o trabalho. Deveríamos ter uma espécie de Organização Mundial para o Meio Ambiente. É possível ter um espaço próprio nas Nações Unidas.  (Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).

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Tópico 05: Pelo fortalecimento da Comissão Interamericana dos Direitos Humano – CIDH.

Comentário: ►Brasil quer reduzir interferência da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) a favor dos povos indígenas.
Depois de ter bloqueado na Unesco o Plano de Ação das Nações Unidas para proteção de jornalistas e contra a impunidade nos crimes contra esses profissionais, em companhia de Índia e Paquistão, o Brasil tende a apoiar na Assembleia da Organização dos Estados Americanos (OEA) que começa amanhã na Bolívia um plano urdido por Equador e Venezuela para tirar a autonomia da Relatoria de Liberdade de Expressão daquele organismo, afetando grandemente o sistema interamericano de direitos humanos, que, segundo os especialistas, é exemplo invejado por outras regiões do mundo. (Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).

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Tópico 06: Artigo “Drogas: está aberto o debate”.

Por FHC, César Gaviria e Ernesto Zedillo, publicado em O Globo – 08/04/2012
Comentário: Qual a melhor maneira de enfrentar o problema das drogas? Criminalizando o usuário ou tratando os dependentes como pacientes do sistema de saúde? Mantendo a ferro e fogo uma visão proibicionista ou experimentando com diferentes formas de regulação e prevenção?
Nos últimos quatro meses, a discussão avançou mais do que em 40 anos. O que parecia impensável está sendo discutido à luz do dia. Isto aconteceu por imposição da realidade e pela coragem dos presidentes Juan Manuel Santos, da Colômbia, Otto Perez Molina, da Guatemala, e Laura Chinchilla, da Costa Rica.Os fatos falam por si. Décadas de esforços imensos, liderados pelos Estados Unidos, não levaram nem à erradicação da produção nem à redução do consumo. Enquanto houver demanda por narcóticos haverá oferta. Os únicos que ganham com a proibição são os traficantes. (Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).

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Tópico 07: pensar a economia solidária com independência em face do mercado e do Estado.

Comentário: Linhas para Conciliar liberdade de iniciativa e solidariedade

Uma das fraquezas da economia social e solidária consiste em não ter pensado seus modelos alternativos mais além dos termos locais sem jamais conseguir reencontrar o nível da totalidade social.
Terá sido para responder à emergência de imensos problemas sociais engendrados pelo desenvolvimento da economia capitalista que os coletivos de operários conceberam e puseram em obra os modos de organização originais tais como os movimentos mutualistas, as caixas de assistência ou auxílio mútuo e as cooperativas. Terá sido igualmente essa questão social que mais tarde forneceu a impulsão principal ao desenvolvimento da sociologia. A primeira grande obra de Durkheim intitula-se De la Division du Travail Social, elabora sobre as formas de solidariedade social e distingue solidariedade orgânica e solidariedade mecânica.
A “economia social” ou as variantes que não são sinônimos, mas que lhe são aparentadas como “economia solidária”, “economia não mercantil”, etc., apresentam historicamente uma forma de atividade econômica que contrasta com o funcionamento da economia dominante. (Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).

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Tópico 08: Voto Obrigatório e Democracia Eleitoral

Comentário: incentivo por ciberação à opinião democrática contrária à coação dos eleitores, submetidos à imposição do voto sob pena legal nas democracias eleitorais em regime de voto obrigatório.
→Faremos uma propaganda na Internet sugerindo que os eleitores não conformistas enviem e-mails aos seus representantes parlamentares protestando em favor da revogação das disposições que estabelecem penas legais aos eleitores que não comparecem para votar nas eleições. (Mais informação aqui: Cyberaction in Defense of the Voter)

Há certa tendência a tratar o voto obrigatório forçado como aspecto de  uma cultura do subdesenvolvimento inscrita dentre os obstáculos ao Bem-estar. Como se sabe, o voto obrigatório é adotado em 23 países seguintes: (A) – Treze países adotam o voto obrigatório, mas não forçado, são os seguintes: Bélgica, Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Egito, Grecia, Honduras, Libano, Líbia, México, Panamá, Paraguai, Tailândia. (B) – Dez países adotam o voto obrigatório forçado: Argentina, Austrália, Brasil, República Democrática do Congo, Equador, Luxemburgo, Nauru, Peru, Singapura, Uruguai. (Cf. “Compulsory voting”, Wikipédia http://en.wikipedia.org/wiki/Compulsory_voting )

Deve-se notar que dois países são positivamente exemplares: no Chile, com a promulgação de lei em Janeiro 2012, o alistamento é obrigatório ou automático aos 17 anos e o voto voluntário sem restrições; em México, “la Constitución establece en sus artículos 35 y 36 que votar es un derecho y una obligación de los mexicanos, aunque no existen sanciones para quienes no acuden a las urnas”. O Regime de Chile parece com a França, onde: “L’inscription sur les listes électorales est obligatoire en vertu de l’article 19 du code électoral, mais aucune sanction n’est prévue. L’inscription est automatique si l’on est en âge de voter. En revanche, le droit de vote est moralement un devoir pour les citoyens, comme le rappelle l’inscription figurant sur les cartes électorales : « Voter est un droit, c’est aussi un devoir civique ». Cf. “Vote obligatoire”, http://fr.wikipedia.org/wiki/Vote_obligatoire
(Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).

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Tópico 09: Ecologia e Crítica ao Produtivismo

Comentário:

A questão pública da ecologia desdobrando-se na indispensável crítica ao produtivismo revela-se um marco de recorrência para contestar devidamente a equivocada atribuição ideológica de valor absoluto à ideia de que “mais bens materiais fazem crescer a felicidade”, lema produtivista este em que participa o utilitarismo moderno, como filosofia pública do que tem utilidade para o maior número. (Veja o Comentário completo na página do debate teclando aqui).