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  • Jacob (J.) Lumier 5:41 pm on January 27, 2017 Permalink | Reply
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    Droits de l’homme et lutte contre le terrorisme 

    Expert de l’ONU annonce une mission de suivi en Tunisie

    Sociólogos sem Fronteiras - Rio de Janeiro

    GENEVE (27 janvier 2017) – Le Rapporteur spécial des Nations Unies sur les droits de l’homme et la lutte contre le terrorisme, Ben Emmerson, effectuera une visite officielle en Tunisie du 30 janvier au 3 février pour évaluer les progrès réalisés par le pays dans la promotion et la protection des droits de l’homme et les libertés fondamentales dans la lutte contre le terrorisme depuis les visites de son prédécesseur Martin Scheinin en 2010 et 2011.

    « Je discuterai et évaluerai la mise en œuvre de la nouvelle loi organique de 2015 sur la lutte contre le terrorisme et le blanchiment d’argent et la nouvelle stratégie nationale contre l’extrémisme et le terrorisme adoptée en 2016, afin de veiller à ce que les mesures prises par le gouvernement à cet égard soient conformes aux standards internationaux en matière de droits de l’homme », a déclaré l’expert.

    Au cours de sa mission de cinq jours dans le pays, M. Emmerson tiendra des réunions de haut niveau avec des représentants du gouvernement, y compris les ministères des Affaires étrangères, de l’Intérieur, de la Justice, de la Défense et du Ministère chargé des relations avec les institutions constitutionnelles, la société civile et les droits de l’homme.

    Le Rapporteur spécial rencontrera également des responsables de l’application des lois, des membres du Parlement, de la Commission nationale de lutte contre le terrorisme, du Comité supérieur des droits de l’homme et des libertés fondamentales, de la Commission nationale pour la prévention de la torture et de la Commission Vérité et Dignité. En outre, il rencontrera des représentants de la communauté internationale, des avocats, des universitaires et des organisations non-gouvernementales.

    L’expert des Nations Unies sur les droits de l’homme et la lutte contre le terrorisme, qui se rendra en Tunisie à l’invitation du gouvernement, visitera également des lieux de détention pour rencontrer des personnes soupçonnées ou condamnées pour des crimes terroristes.

    À la fin de sa visite, le vendredi 3 février 2017, à 14h00, M. Emmerson fera part de ses observations préliminaires lors d’une conférence de presse à l’hôtel Novotel Tunis (avenue Mohamed V, Tunis 1002, Tunisie). L’accès à la conférence de presse est strictement limité aux journalistes.

    Le Rapporteur spécial présentera un rapport de suivi complet sur sa visite en Tunisie au Conseil des droits de l’homme en mars 2018.

    FIN

    Jacob J. Lumier

     
  • Jacob (J.) Lumier 4:14 pm on January 26, 2017 Permalink | Reply
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    Posicionamento sobre a liberdade de expressão. 

    Este pequeno artigo de sociologia foi elaborado para fins de participar no debate jornalístico suscitado pela controvérsia mundial sobre disseminação de notícias falsas, no caso, a discussão desta forma reaberta sobre a diferença entre opiniões pessoais e a liberdade de expressão.

     

     

    Esclarece sobre o fato de que o manifestante – autor é o titular do entendimento comunicado, e que isso nada tem a ver com a imputação equivocada e abusiva de que, na liberdade de expressão, as ideias são “pessoais”. Este qualificativo é inaplicável à manifestação de ideias ou à difusão de informações. “Pessoais” são as preferências mentais subjetivas.

     
  • Jacob (J.) Lumier 7:20 am on December 28, 2016 Permalink | Reply
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    Divergence on Article 21 of the Universal Declaration of Human Rights (2009) 

    Sociólogos sem Fronteiras - Rio de Janeiro
    Declared divergence in the Spanish version for Article 21 of the Universal Declaration of Human Rights.
    Tecle para download free deste Parecer em arquivo PDF
    Divergence-on-Article-21-of

    (I) – There is a very clear discrepancy in item 3. It is perceptible that the Spanish version fragment is intercalated. The formula “…equivalent free voting procedures” ipisis literis mentions “… equivalentes procedimientos de votación libre” and not “…otro procedimiento equivalente que garantice la libertad del voto”.

    (II) – The original formula “…equivalent free voting procedures” [“… equivalentes procedimientos de votación libre”] considers as its object the act of voting in all its implications and predetermines the voting process protected against all threats to the elector-voter. Together with the proposal of (a) preserving the vote capability/ideal and protecting the choice against any constraint, the …equivalent free voting procedures” [“… equivalentes procedimientos de votación libre”] (b) exclude all constriction able to force elector with penalties, and, therefore, (b1) repel any try of making previous judgment about the exercise of human freedom within the act of voting; (b2) reintegrate the electorate in the commitment of sustaining a democratic regimen.

    (III) – (a) By only contemplating the assurance for “la libertad del voto”, the Spanish version restricts the object to the exercise of choice, by proceeding like this, it discrepates from the original form by keeping itself discrete facing the non obligatory or facultative vote and its defense. (b) by preceding “free voting procedures” [“procedimientos de votación libre”] the original formula goes far beyond and, besides protecting in the same rank the assurance for the exercise of choice, it sustains the freedom in the act of voting and, therefore, contemplates the non obligatory or facultative vote and its defense.

    ***
    Texts
    On December 10, 1948 the General Assembly of the United Nations adopted and proclaimed the Universal Declaration of Human Rights the full text of which appears in the following pages. Following this historic act the Assembly called upon all Member countries to publicize the text of the Declaration and “to cause it to be disseminated, displayed, read and expounded principally in schools and other educational institutions, without distinction based on the political status of countries or territories.”

    Article 21
    (1) Everyone has the right to take part in the government of his country, directly or through freely chosen representatives.
    (2) Everyone has the right of equal access to public service in his country.
    (3) The will of the people shall be the basis of the authority of government; this will shall be expressed in periodic and genuine elections which shall be by universal and equal suffrage and shall be held by secret vote or by equivalent free voting procedures.
    Link: http://www.un.org/en/documents/udhr/

    Versão em Espanhol
    Artículo 21.
    1. Toda persona tiene derecho a participar en el gobierno de su país, directamente o por medio de representantes libremente escogidos.
    2. Toda persona tiene el derecho de accceso, en condiciones de igualdad, a las funciones públicas de su país.
    3. La voluntad del pueblo es la base de la autoridad del poder público; esta voluntad se expresará mediante elecciones auténticas que habrán de celebrarse periódicamente, por sufragio universal e igual y por voto secreto u otro procedimiento equivalente que garantice la libertad del voto.
    Link: http://www.un.org/es/documents/udhr/

    Anotações elaboradas em língua portuguesa desde Rio de Janeiro, em 09 de Agosto 2009
    Por Jacob (J.) Lumier
    Sociólogo
    ***
    Anexo
    Redação original em Português (corrigida).

    Divergência constatada na versão em língua espanhola para o Article 21 da Universal Declaration of Human Rights.
    (I) – Há notada discrepância no item 3. É nítida a interpolação na versão espanhola para “…equivalent free voting procedures”. Esta fórmula “…equivalent free voting procedures” ipisis literis menciona “…[equivalentes] procedimientos de votación libre” e não “…otro procedimiento [equivalente] que garantice la libertad del voto”, tal como consta no texto da versão em Espanhol.
    (II) – A fórmula original “…equivalent free voting procedures” tem por objeto o ato de votar em todas as suas implicações e preconiza a votação protegida contra toda a ameaça ao eleitor-votante. Juntamente com o propósito de (a) preservar a idoneidade do voto e proteger a escolha contra qualquer constrangimento, os “…equivalent free voting procedures” [“…equivalentes procedimientos de votación libre”] (b) excluem toda a constrição capaz de forçar o eleitor com sanções, e desta forma (b1) repelem toda a tentativa de ajuizar previamente a liberdade humana em exercício no ato de votar; (b2) reintegram o eleitorado no compromisso com a sustentação de um regime democrático.
    (III) – (a) Ao contemplar unicamente as garantias para “la libertad del voto”, a versão espanhola restringe o objeto ao exercício da escolha, assim procedendo discrepa da fórmula original na medida em que mantém-se discreta perante o voto não-obrigatório ou facultativo e sua defesa. (b) Ao preceituar “free voting procedures” [“procedimientos de votación libre”] a fórmula original vai mais longe e, ademais de proteger igualmente as garantias para o exercício da escolha, sustenta a liberdade no ato de votar e desta forma contempla o voto não-obrigatório ou facultativo e sua defesa.

    *******************************************************************

    Comment by Jacob (J.) Lumier on August 31, 2009 at 9:08am
    Delete Comment

    Este Parecer consta como referência no artigo “O Imbróglio do Voto Obrigatório”, publicado no semanário Observatório da Imprensa link:
    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=552CID006
    Comment by Jacob (J.) Lumier 4 minutes ago
    Delete Comment

    O link para o mencionado artigo “O Imbróglio do Voto Obrigatório” foi modificado. Veja http://observatoriodaimprensa.com.br/caderno-da-cidadania/o-imbrogl…

     
  • Jacob (J.) Lumier 10:03 am on December 13, 2016 Permalink | Reply
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    Derechos Humanos, Democracia y el Estado de Derecho 

    Contribución de SSF/RIO en preparación al Fórum de Naciones Unidas sobre Derechos Humanos, Democracia y el Estado de Derecho – first session : “Widening the Democratic Space: the role of youth in public decision-making”.

    http://www.ohchr.org/EN/HRBodies/HRC/Democracy/Pages/ForumDemocracy.aspx

     

    First session of the Forum on Human Rights, Democracy and the Rule of Law – OHCHR

    Observações sugeridas por Jacob J. Lumier

    Link: http://www.ohchr.org/Documents/Issues/Democracy/Forum2016/JacobLumier.pdf

     
  • Jacob (J.) Lumier 3:28 pm on August 20, 2016 Permalink | Reply
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    Las personas defensoras de derechos humanos enfrentan peligro en Honduras 

    GINEBRA / WASHINGTON, D.C. (19 de agosto de 2016) – Honduras se ha convertido en uno de los países más peligrosos para los defensores de derechos humanos. En lo que va del año, la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) ha recibido información sobre el asesinato de por lo menos 8 defensores en el país.

    El Gobierno de Honduras debe adoptar y aplicar de manera inmediata medidas efectivas para proteger a los defensores de derechos humanos, para que puedan desempeñar su trabajo sin temor o amenaza de violencia o asesinato.

    Este llamado urgente se hace tras el asesinato de otro reconocido dirigente, Kevin Ferrera, el día 9 de agosto de 2016, abogado y presidente de la Juventud del Partido Liberal (‘Juventud Liberal’) y miembro fundador de la organización Oposición Indignada. El Sr. Ferrera trabajaba con el objetivo de empoderar a la ciudadanía a denunciar actos de corrupción e impunidad, y ayudó a organizar las recientes caminatas de protesta en contra de las propuestas de reelección del actual Presidente de Honduras.

    Estamos sumamente preocupados que su asesinato pueda estar vinculado con el trabajo legítimo del Sr. Ferrera en la defensa de los derechos humanos e instamos al Estado a llevar a cabo una investigación para establecer responsabilidades tanto de los perpetradores materiales como de los autores intelectuales de este atroz crimen. La investigación debe ser exhaustiva, seria, imparcial y tomada con la debida diligencia.

    La violencia y los atentados contra personas defensoras de derechos humanos no sólo afectan las garantías básicas de cada individuo. También socavan el papel fundamental que desempeñan los defensores de los derechos humanos en la construcción de una sociedad más equitativa, justa y democrática.

    Los Relatores Forst y Orozco Henríquez [[i]] hicieron referencia a la creación de un mecanismo de protección para defensoras y defensores y otros grupos en 2015, así como también a los esfuerzos del Estado para que el mecanismo sea totalmente operativo.

    Los crímenes cometidos contra los defensores de derechos humanos, especialmente asesinatos a sangre fría, no deben quedar impunes, ya que la impunidad es el enemigo – y el mayor desincentivo de cualquier esquema de protección, no importa cuán comprehensivo sea éste.

    FIN

    Jacob (J.) Lumier

    OHCHR Civil Society Section

     

    Los mensajes clave sobre nuestros comunicados de prensa están disponibles en los siguientes canales de medios sociales de ONU Derechos Humanos. Por favor, menciónenos utilizando las direcciones apropiadas.
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    [[i]] Michel Forst, relator especial sobre la situación de los defensores de los derechos humanos de la Organización de las Naciones Unidas-ONU, y José de Jesús Orozco Henríquez, relator interamericano sobre los Derechos de Defensoras y Defensores de Derechos Humanos. Ver el comunicado completo en http://www.ohchr.org/SP/NewsEvents/Pages/DisplayNews.aspx?NewsID=20397&LangID=S

     

     
  • Jacob (J.) Lumier 3:46 pm on June 29, 2016 Permalink | Reply
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    Para una nueva agenda urbana 

     

     

    En un momento de la migración y la urbanización sin precedentes, los derechos humanos están cada vez más amenazados, y su protección es un desafío central de nuestro tiempo.

    Expertos nombrados por el Consejo de Derechos Humanos debaten el borrador cero revisado y llaman para una nueva agenda urbana que abarca el potencial transformador de los derechos humanos como marco necesario para ciudades inclusivas, vibrantes y sostenibles

    A medida que las negociaciones sobre el borrador cero revisado de la nueva agenda urbana se mueven hacia adelante en Nueva York, esta semana (27 de junio-1 Julio), los expertos hacen un llamamiento a los Estados miembros de garantizar que los derechos humanos se colocan en el centro de la agenda. Esto significa incluir un compromiso firme con la realización de los derechos humanos en las ciudades, en consonancia con la Agenda 2030 para el desarrollo sostenible. Se requerirá la plena participación de la sociedad civil y los grupos marginados, incluidas las mujeres, los niños, los ancianos y las personas con discapacidad, el establecimiento de mecanismos transparentes para el seguimiento, así como el aseguramiento de garantizar el acceso a la justicia de todos los derechos humanos.

    Ninguna otra Conferencia Hábitat ha lidiado con una mayoría de vida de la población mundial en los centros urbanos. El Nuevo Programa Urbano es una oportunidad excepcional para que los derechos humanos se comprometan con eficacia a los desafíos contemporáneos, traer de vuelta a la noción de que las ciudades se hacen por y para todos sus habitantes para vivir, trabajar y prosperar. Es imperativo la Nueva Agenda Urbana priorizar las necesidades y los derechos humanos de millones de habitantes de las ciudades, muchas de las cuales son las minorías, o que no tienen hogar, que viven en la pobreza extrema, y que experimentan forzados y desalojos y desplazamientos violentos, entornos físicos limitados , la falta de acceso a alimentos, agua potable, saneamiento, servicios de salud, la tierra o la vivienda adecuada y se basan en el trabajo precario, mal pagado.

    Demasiado muchas ciudades están en crisis. Recitar vagos compromisos con los derechos humanos de forma esporádica no es suficiente. La nueva política urbana debe institucionalizar y concretar los compromisos de derechos humanos para que todos los niveles de gobierno y otros actores verdaderamente responsable. Se debe crear mecanismos mediante los cuales se requieren todas las decisiones que ser compatible con los derechos humanos y todos los habitantes de las ciudades se reconocen como iguales en dignidad y derechos.

    El el borrador cero revisado de la nueva agenda urbana ha evolucionado en sus referencias a los derechos humanos; los expertos aprecian los esfuerzos hechos hasta ahora. Expresa una visión de “ciudades y asentamientos humanos que sean inclusivos y libre de todas las formas de discriminación y violencia, donde todos los habitantes, ya sea permanente o transitorio, disfrutan de los mismos derechos y oportunidades.” Se toma nota de la Declaración Universal de Derechos Humanos y otros tratados internacionales de derechos humanos. El borrador  revisado también hace referencias explícitas al papel crucial de los gobiernos locales y subnacionales en la vida urbana. Dan la bienvenida a las referencias a varios grupos de población marginados y en las situaciones más vulnerables, en particular las personas con discapacidad, las personas mayores, los refugiados, los desplazados internos, los migrantes, las minorías, los pueblos indígenas, las mujeres y las personas sin hogar. (…)

     

    Vea el pronunciamiento completo de los expertos aquí

     
  • Jacob (J.) Lumier 11:07 am on March 4, 2016 Permalink | Reply
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    No a la vigilancia en masa. 

    El caso Apple-FBI puede tener serias ramificaciones globales para los derechos humanos: Zeid

    Sociólogos sem Fronteiras - Rio de Janeiro

    GINEBRA (4 de marzo de 2016) – El Alto Comisionado de Naciones Unidas para los Derechos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, urgió este viernes  a las autoridades de los Estados Unidos a proceder con gran cautela en el caso en desarrollo que involucra a la empresa de computadores Apple y la Agencia Federal de Investigación (FBI, por sus siglas en inglés), debido a sus ramificaciones potencialmente negativas para los derechos humanos de las personas en todo el mundo.

    “Con el fin de resolver un tema de seguridad relativo a la encriptación en un caso, las autoridades corren el riesgo de abrir una Caja de Pandora con implicaciones extremadamente perjudiciales para los derechos humanos de millones de personas, incluyendo su seguridad física y financiera”, expresó Zeid. “Reconozco que este caso está lejos de llegar a una conclusión en los tribunales estadounidenses, y exhorto a todos los involucrados a considerar no sólo los méritos del caso en sí mismo, sino también su impacto potencialmente más amplio”.

    “El FBI merece apoyo total en sus investigaciones sobre la matanza de San Bernardino”, dijo Zeid. “Se trata de un crimen abominable y ningún cómplice o encubridor debería escapar de la ley. Pero éste no es un caso en el que una compañía –y sus seguidores- quieran proteger a delincuentes y terrorista, sino de dónde debería establecerse el límite necesario para proteger a todos de los  criminales y de la represión”.

    “Hay muchas formas de investigar si los perpetradores tenían cómplices, en vez de forzar a Apple a crear programas informáticos para minar los elementos de seguridad de sus propios teléfonos. No se trata solamente de un caso y una empresa informática en un país. Ello tendrá enormes ramificaciones en el futuro para la seguridad de los individuos, en un mundo digital que creciente e inextricablemente se engrana con el mundo real en que vivimos”.

    “Un caso exitoso contra Apple en los Estados Unidos sentará un precedente que podría hacer imposible para Apple o cualquier otra gran compañía informática internacional protejer la privacidad de sus clientes en cualquier lugar del mundo”, añadió el Jefe de Derechos Humanos de la ONU. “Sería un regalo para regímenes autoritarios, así como para delincuentes informáticos. Ya existe una serie de iniciativas concertadas por autoridades en otros Estados para forzar a empresas informáticas y de comunicaciones tales como Google y Blackberry a exponer a sus clientes a la vigilancia en masa”.

    “Las herramientas de encriptación son ampliamente utilizadas en todo el mundo, incluso por los defensores de derechos humanos, la sociedad civil, periodistas, los informantes y disidentes políticos que enfrentan persecución y acoso”, señaló Zeid. “La encriptación y el anonimato son necesarios pues habilitan las libertades de expresión y de opinión, así como el derecho a la privacidad. No es una fantasía ni una exageración decir que, sin herramientas de encriptación, podría haber vidas en peligro. En los peores casos, la capacidad de un gobierno para entrar en los teléfonos de sus ciudadanos puede llevar a la persecución de individuos que simplemente están ejerciendo sus derechos humanos fundamentales”.

    “Desafortunadamente, no escasean en el mundo las fuerzas de seguridad que, si pueden, sacarán ventaja de la capacidad de intervenir los teléfonos de las personas”, dijo el Alto Comisionado. “Y tampoco escasean los intentos criminales de cometer delitos económicos mediante el acceso a la información de otras personas. Los contactos personales y los calendarios, la información financiera y la información de salud, así como muchos otros datos legítimamente privados necesitan ser protegidos de criminales, piratas y gobiernos inescrupulosos que pueden usarlos contra las personas por las razones equivocadas. En una era en que almacenamos tanto de nuestras vidas personales y profesionales en nuestros teléfonos inteligentes y otros dispositivos, ¿cómo se podrá proteger esa información sin sistemas de encriptación a prueba de fallas?”

    “Entonces, en esencia, lo que enfrentamos aquí es un asunto de proporcionalidad: para posiblemente –pero sin certeza alguna-  obtener información adicional sobre el espantoso crimen cometido por Syed Rizwan Farook y su esposa en San Bernardino, podemos terminar posibilitando un sinfín de otros crímenes por todo el mundo, incluso en los Estados Unidos. El debate en torno a la encriptación está demasiado enfocado en una cara de la moneda de la seguridad, en particular su potencial uso con fines criminales en tiempos de terrorismo. El otro lado de la moneda es que debilitar las protecciones de la encriptación puede acarrear peligros aún mayores para la seguridad nacional e internacional”.

    El jefe de derechos humanos de la ONU mencionó también una decisión adoptada esta semana por un juez federal en otro caso en Nueva York, de rechazar una solicitud del gobierno para obligar a Apple a ayudar a extraer información de un iPhone que pertenece a un sospechoso en un caso sobre drogas.

    Zeid exhortó a los Estados a inspirarse en los casos Apple-FBI para llevar a cabo un muy necesario y profundo examen de los asuntos altamente complejos y en constante evolución que se relacionan con la privacidad y la seguridad en la era digital, dada la importancia de una fuerte encriptación para el resguardo de la seguridad y los derechos humanos.

    Haciendo referencia a un revolucionario informe* sobre encriptación realizado por el Relator Especial de la ONU sobre libertad de expresión, David Kaye, cuyas conclusiones señalan que la encriptación merece fuerte protección, y un informe anterior sobre ‘Privacidad en la Era Digital’ producido por la Oficina de Derechos Humanos de la ONU**. Zeid llamó en particular al Consejo de Derechos Humanos –compuesto por 47 Estados miembros- a continuar examinando el dramático impacto que las tecnologías digitales y otras tienen  –y continuarán teniendo- sobre los derechos humanos alrededor del mundo.

    FIN

    *Informe del 22 de mayo de 2015 sobre encriptación y anonimato del Relator Especial de la ONU sobre libertad de expresión (en inglés) https://documents-dds-ny.un.org/doc/UNDOC/GEN/G15/095/85/PDF/G1509585.pdf?OpenElement. Basándose en investigación sobre normas y jurisprudencia nacional e internacional, e insumos de Estados y la sociedad civil, el informe concluye que la encriptación y el anonimato permiten a los individuos ejercer sus derechos a la libertad de opinión y de expresión en la era digital y que, como tal, merece una fuerte protección.

    **Vea: http://www.ohchr.org/EN/HRBodies/HRC/RegularSessions/Session28/Documents/A_HRC_28_39_ENG.doc

    Para más información sobre este tema, visite: http://www.ohchr.org/EN/Issues/DigitalAge/Pages/DigitalAgeIndex.asp

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  • Jacob (J.) Lumier 12:36 pm on February 27, 2016 Permalink | Reply
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    Los Derechos Humanos en la República Centroafricana 

    République centrafricaine: l’Experte indépendante de l’ONU en mission après l’élection présidentielle

    Sociólogos sem Fronteiras - Rio de Janeiro

    GENEVE (26 février 2016) – L’Experte indépendante sur la situation des droits de l’homme en République Centrafricaine, Marie-Thérèse Keita Bocoum se rendra pour une mission de suivi en République centrafricaine (RCA) du 1er au 10 mars 2016 afin d’analyser la situation des droits de l’homme dans le pays, au lendemain du deuxième tour de l’élection présidentielle.

    « Je félicite les Centrafricains d’avoir participé à ces élections dans le calme, le candidat M. Faustin Archange Touadéra pour sa victoire selon les résultats provisoires et souhaite que cette étape importante vers la démocratie se matérialise rapidement par des mesures décisives vers la paix et l’Etat de droit», a déclaré Mme Keita Bocoum.

    «Je vais saisir cette opportunité pour m’entretenir avec les futurs dirigeants du pays, les informer des recommandations que j’ai formulées dans mon dernier rapport et les encourager à les mettre en œuvre au même titre que les engagements pris lors du forum national de Bangui», a-t-elle ajouté.

    Durant sa mission de dix jours, l’experte prévoit de rencontrer des autorités gouvernementales, législatives et judiciaires ainsi que les représentants du système des Nations Unies, des organisations non gouvernementales et le corps diplomatique pour faire le point sur la situation et les développements depuis les violences meurtrières de septembre-octobre dernier.

    Le 3 mars, Mme Keita Bocoum prononcera une allocution lors de l’inauguration officielle du centre de recherche en droits humains et gouvernance démocratique de l’université de Bangui.

    « Je vais également demander au leadership de la MINUSCA, aux Ambassades des pays concernés et au gouvernement de m’informer sur les mesures qui ont été prises pour lutter contre et prévenir les abus et violences sexuels commis par des casques bleus contre des enfants et des femmes, pour juger les présumés responsables, et pour protéger les victimes », a souligné Mme Bocoum.

    L’Experte indépendante compte également se rendre à l’intérieur du pays et à la prison centrale de Ngaragba pour évaluer la situation de la prison après l’évasion de nombreux prisonniers fin septembre 2015.

    Mme Keita Bocoum rendra compte de ses conclusions sur la République Centrafricaine le 21 mars 2016 au Conseil des droits de l’homme.

    FIN

    Page du HCDH sur le pays – République centrafricaine: http://www.ohchr.org/FR/Countries/AfricaRegion/Pages/CFIndex.aspx

     
  • Jacob (J.) Lumier 2:56 pm on December 3, 2015 Permalink | Reply
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    COP21: las obligaciones de derechos humanos de los Estados abarcan el cambio climático 

    Sociólogos sem Fronteiras - Rio de JaneiroPARIS (3 de diciembre de 2015) – El Relator Especial de las Naciones Unidas sobre los derechos humanos y el medio ambiente, John Knox, recordó hoy a todas las partes que asistieron a la Conferencia de París Clima * que “las obligaciones de los Estados de los derechos humanos también abarcan el cambio climático”, y los instó a adoptar una perspectiva de derechos en la lucha contra los problemas ambientales.

    “Todo Estado en las negociaciones sobre el clima pertenece a al menos un tratado de derechos humanos, y deben garantizar que todas sus acciones cumplen con sus obligaciones de derechos humanos. Eso incluye sus acciones relacionados con el cambio climático “, dijo Knox en París, donde participa en la 21ª reunión de la Conferencia de las Partes – COP 21.

    http://www.ohchr.org/EN/NewsEvents/Pages/DisplayNews.aspx?NewsID=16836&LangID=E

     
  • Jacob (J.) Lumier 4:03 pm on November 29, 2015 Permalink | Reply
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    Día internacional de las defensoras y defensores de los derechos de la mujer 

    Día internacional de las defensoras y defensores de los derechos de la mujer – Domingo 29 de noviembre 2015

    Es hora de proteger a quienes defienden los derechos sexuales y reproductivos en las Américas

     
    GINEBRA / WASHINGTON DC (26 de noviembre 2015) –  En el marco del Día Internacional de las Defensoras y Sociólogos sem Fronteiras - Rio de JaneiroDefensores de los Derechos Humanos de la Mujer, el 29 de noviembre, el Relator Especial de las Naciones Unidas sobre la situación de los defensores de los derechos humanos, Michel Forst, pide fortalecer la protección de quienes defienden y promueven los derechos sexuales y reproductivos en las Américas.

    “Su trabajo no es fácil, y a veces puede ser claramente peligroso”.

    Las defensoras y defensores de los derechos sexuales y reproductivos promueven el conocimiento y el ejercicio de los derechos de la mujer y del  hombre para acceder a servicios, información y educación en el ámbito de la salud sexual y reproductiva. También desenmascaran formas múltiples e intersectoriales de discriminación e injusticia basadas en la identidad de género y la orientación sexual, y en muchas ocasiones ofrecen ayuda a las víctimas de violencia sexual.

    Los activistas que defienden los derechos de la mujer en las Américas, incluidos sus derechos sexuales y reproductivos, enfrentan cada vez más riesgos y amenazas, tales como campañas de desprestigio y estigmatización, así como agresiones físicas y sexuales.

    Las defensoras y defensores se encuentran en situaciones de particular vulnerabilidad en los países donde el acceso a los servicios relacionados con la salud sexual y reproductiva, como el aborto seguro o la anticoncepción de emergencia, están extremamente restringidos o penalizados.

    Además de enfrentarse a los mismos riesgos que los demás activistas de derechos humanos, quienes defienden los derechos de la mujer están expuestos a represalias y violencia por desafiar estructuras de poder fuertemente arraigadas en modelos patriarcales y estereotipos de género que determinan el papel de la mujer en la sociedad.

    Estos defensores, así como las personas a quienes representan, también son atacados debido a su orientación sexual, real o percibida, o de su género.

    Con demasiada frecuencia, las defensoras y los defensores de los derechos de la mujer son víctimas de violaciones a sus derechos, como la discriminación, el acoso, la intimidación, la violencia física y social. Lamentablemente, estas violaciones son perpetradas tanto por autoridades públicas, como por actores no estatales, incluidos dirigentes religiosos y comunitarios que buscan desacreditar y silenciar sus voces.

    Para conmemorar el Día Internacional de las Defensoras y Defensores de Derechos Humanos de la Mujer este año, exhorto a la comunidad internacional y a los Estados a reconocer, públicamente y de manera inequívoca, la labor de quienes defienden los derechos de la mujer, a protegerlos y garantizar que los autores de violaciones contra esos activistas sean investigados y procesados. Recomiendo la adopción de medidas de protección con enfoque de género y programas específicos para quienes defienden los derechos de las mujeres.

    Ya es hora de que apliquemos el conocido lema de ‘todos los derechos humanos para todas y todos”, ofreciendo una protección igualitaria y efectiva a todos los  defensores, incluidos quienes trabajan en la promoción de los derechos sexuales y reproductivos”.

    La declaración de Sr. Forst cuenta con el respaldo del Relator Especial de la ONU sobre el derechos a la salud, Dainius Puras; el Relator Especial de la ONU sobre la violencia contra la mujer, Dubravka Simonovic; el Relator Especial sobre los derechos a la libertad de reunión pacífica y de asociación, Maina Kiai; el Relator Especial sobre la promoción y protección del derechos a la libertad de opinión y de expresión, David Kaye; y el Relator sobre los derechos de defensoras y defensores de los derechos humanos de la Comisión interamericana de los Derechos humanos, José de Jesús Orozco.

    FIN

     
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